Casou em 1906 com André
Teixeira Pinto com quem teve
sua única filha, Dulce.
Estudou desenho e pintura
com Pedro Alexandrino.
Em 1920 embarca para a
Europa objetivando ingressar
na Académie Julian em Paris.
Frequenta também o ateliê de
Émile Renard.
Em 1922 tem uma tela sua
admitida no Salão Oficial
dos Artistas Franceses.
Fez parte do “grupo dos
cinco” juntamente com Anita
Malfatti, Oswald de Andrade,
Mário de Andrade e Menotti
del Picchia.
Foi ai que começou seu
namoro com o escritor Oswald
de Andrade.
Em 1923 vai a Europa e tem
contato com os modernistas
que lá se encontravam que
eram os intelectuais,
pintores, músicos e poetas.
Estudou também com Albert
Gleizes e Fernand Léger,
grandes mestres cubistas.
Mantém estreita amizade com
Blaise Cendrars, poeta
franco-suiço que visita o
Brasil em 1924.
Inicia sua pintura
“pau-brasil” dotada de cores
e temas acentuadamente
brasileiros.
Em 1926 além de expor em
Paris, e obter grande
sucesso, casa-se com Oswald
de Andrade.
Em 1928 pinta o “Abaporu”
para dar de presente de
aniversário a Oswald que se
empolga com a tela e cria o
Movimento Antropofágico.
E em 1929 expõe
individualmente pela
primeira vez no Brasil.
Separo-se de Oswald em 1930,
e em 1933 pinta o quadro
“Operários” que dá início à
pintura social no Brasil.
Participa do I Salão
Paulista de Belas Artes. e
passa a viver com o escritor
Luís Martins por quase vinte
anos, de meados dos anos 30
a meados dos anos 50,
trabalhando de 1936 à 1952,
como colunista nos Diários
Associados.
Nos anos 50 volta ao tema
“pau brasil”. Participa em
1951 da I Bienal de São
Paulo.
Em 1963 tem sala especial na
VII Bienal de São Paulo e no
ano seguinte participação
especial na XXXII Bienal de
Veneza.
Faleceu em São Paulo no dia
17 de janeiro de 1973.
ALGUMAS OBRAS