Em 1913 morre seu irmão aos
14 anos, devido a uma
cabeçada em jogo de futebol,
fato que o abalou muito,
transcorrendo em Mário uma
profunda crise emocional,
resolve então passar um
tempo em Araraquara, na
fazenda da família,
desistindo posteriormente da
carreira de concertista
devido a suas mãos terem se
tornado trêmulas. Dedica-se,
então a carreira de
professor de música.
Em 1917 se forma em piano
pelo Conservatório, porém
seu pai morre e publica Há
uma gota de sangue em cada
poema, poesia, sob o
pseudônimo de Mário
Sobral...
Dois anos depois é
colaborador de A Cigarra, O
Echo e A Gazeta. Viagem à
Minas Gerais, visitando as
cidades históricas.
1921 já é professor de
História da Arte no
Conservatório. Está presente
no lançamento do Modernismo
no banquete do Trianon. É
apresentado ao público por
Oswald de Andrade através do
artigo "Meu poeta futurista"
.
Em 1924 Realiza a histórica
"Viagem da Descoberta do
Brasil", Semana Santa dos
modernistas e seus amigos,
visitando as cidades
históricas em Minas.
Foi em 1926 em suas férias
em Araraquara, que escreveu
Macunaíma. Escreve poemas de
Clã do Jaboti.
1927 colabora no Diário
Nacional de São Paulo:
crítico de arte e cronista
(até 1932, quando o jornal é
fechado).
Em 1928 já é Membro do
Partido Democrático, e vai
para sua segunda "viagem
etnográfica": ao Nordeste do
Brasil, e em 1929 inicia
coluna de crônicas "Táxi",
no Diário Nacional, apoiando
em 1930 a Revolução de 30.
Em 1935 é nomeado chefe da
Divisão de Expansão Cultural
e Diretor do Departamento de
Cultura. Publica O
Aleijadinho e Álvares de
Azevedo.
Em 1938 transfere-se para o
Rio de Janeiro, demitindo-se
do Departamento de Cultura e
é nomeado
professor-catedrático de
Filosofia e História da Arte
na Universidade do Distrito
Federal e colabora no Diário
de Notícias daquela cidade.
Publica Namoros com a
Medicina, estudos de
folclore, e em 1941 volta a
viver em São Paulo, à Rua
Lopes Chaves 546.
E foi em 1942 que virou
sócio-fundador da Sociedade
dos Escritores Brasileiros.
Colabora no Diário de S.
Paulo e na Folha de S.
Paulo. Publica Pequena
História da Música, 1944
Escreve a famosa poesia Lira
Paulistana.
Mário de Andrade morreu em
São Paulo - SP em 25 de
fevereiro de 1945, vitimado
por um enfarte do miocárdio,
em sua casa. Foi enterrado
no Cemitério da Consolação.
Publicação de Lira
Paulistana e Poesias
completas.